O MFP REPUDIA AS AGRESSÕES OCORRIDAS CONTRA A FIP NA UERJ

O MOVIMENTO FEMININO POPULAR REPUDIA o espancamento covarde que um bando de cerca de 50 DIRIGENTES do Pstu Rio fez a 6 pessoas da FIP, e inclusive a uma estudante secundarista que entrou na sala junto com outros estudantes para defender o grupo. Os ativistas se reuniam no dia em uma sala da UERJ para discutir os preparativos da atividade cultural do dia do Índio, que será realizado domingo pelo Movimento de Resistência Aldeia Maracanã.

Foram agressões feitas como justificativa de resposta a uma fala supostamente machista de um companheiro do MEPR. No entanto, o machismo em sua forma mais vil foi praticado pelos covardes do PSTU na agressão a uma militante secundarista mulher do MFP. Inclusive no grupo agressor estavam presentes Tiago Hastenreiter, ex-professor de sociologia da estudante e sua esposa, a dirigente do DCE da UFRJ, Luisa Carrera, que desferiu o golpe inicial sobre a cabeça da estudante. Em seguida, um grupo de quatro homens deu sequência ao espancamento com socos e pontapés.

Deste grupo a estudante identificou o estudante da UFRJ, Júlio Anselmo e Eduardo Henrique, dirigente do PSTU e membro da direção do Sindipetro.

A atitude covarde – 50 contra 6 – destes bate-paus do governo, capangas deste Estado apodrecido, representa o desespero do oportunismo eleitoreiro diante de sua derrocada frente às classes trabalhadoras no cenário político atual. Ao perderem nos embates políticos, partem para velhos métodos de agressões e espancamentos, historicamente praticados por PT/Pecedobê e suas mafiosas centrais sindicais.

Não há mais como frear as massas revoltosas, manobra-las sindicalmente para que sirvam a seus interesses eleitoreiros. A crise econômica e política que se apresenta abre caminhos para que as massas rompam cada vez mais com suas direções e escolha o caminho da luta e não da conciliação.

Neste quadro de aumento das perseguições políticas contra os movimentos populares combativos, especialmente a FIP-RJ, principal acusada no processo de perseguição aos 23 ativistas do Rio de Janeiro, o PSTU consolida sua posição de Partido Social Policial. E desta vez exerceram de forma exemplar o papel de tropa de choque da polícia política.

Frente a isto, o MFP convoca todas as mulheres do povo e pessoas comprometidas com a verdadeira luta pela transformação da sociedade a repudiar qualquer tipo de barbaridade perpetrada contra os movimentos populares que estão a serviço do povo.

VIVA A LUTA INDEPENDENTE E COMBATIVA!

ABAIXO O GOVERNISMO E O OPORTUNISMO!

DESPERTAR A FÚRIA REVOLUCIONÁRIA DA MULHER!

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Um pensamento sobre “O MFP REPUDIA AS AGRESSÕES OCORRIDAS CONTRA A FIP NA UERJ

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