NOTA DE REPÚDIO À SANHA FASCISTA DOS MONOPÓLIOS DE IMPRENSA E À PERSEGUIÇÃO DESTES CONTRA A ATIVISTA SININHO

 sininho

A perseguição que a mídia vem fazendo sobre a ativista conhecida como Sininho nada mais é do que uma campanha contra os que apoiam a luta do povo.

As manifestações que tiveram início em junho de 2013 por causa do aumento abusivo do preço das tarifas do transporte público ganhou contornos políticos e hoje não são apenas lutas reivindicativas, mas verdadeiras demonstrações da revolta popular contra o sistema capitalista.

Do ardor legítimo das massas que não hesitaram em contrapor a torpe violência do Estado com violência revolucionária resulta uma elevação da luta popular. O povo toma consciência de que, organizado é capaz de fazer frente ao poder armado do Estado. E assim faz tremer a burguesia que se assanha em demonstrar as garras de seu fascismo.

Uma das faces dessa sanha é o clima de comoção, culpa e arrependimento generalizados e propugnados pela mídia corporativista desde a morte acidental do cinegrafista em um protesto. Mais do que solidariedade este fato representou uma ofensiva reacionária contra a aceitação que a maior parte da sociedade vinha fazendo do uso da violência revolucionária nas ruas.

Mas tal comoção não será mantida por muito tempo, afinal, novas e maiores violências permaneceram ocorrendo contra o povo. E isso não é uma “previsão”, faz parte dos marcos do capitalismo: como sistema de exploração, este, precisa para manter-se, fazer uso das mais cruéis formas de opressão.

Os pobres do campo e da cidade permanecerão sendo vítimas do desemprego, da falta de direitos, morrendo nas filas dos hospitais, assistindo seus filhos, a nossa juventude sem perspectivas se vender ao crime organizado (braço direito do Estado), vendo nosso povo ser assassinado e torturado pela polícia “pacificadora”, pelo exército, latifúndio e pistoleiros; a classe operária, empregada em grande número na construção civil, sendo obrigada a trabalhar nas obras do PAC sob a mira da força nacional, assassinados diariamente pelos ditos acidentes de trabalho, ou seja, pela péssima condição de trabalho a que são submetidos, etc.

Toda essa barbárie não permitirá que o povo siga aceitando o falso moralismo burguês do “sem violência”. Violentado em todos os seus direitos diariamente, o povo não hesitará, como nunca hesitou na história da humanidade em fazer uso da violência revolucionária para persistir na luta. Afinal, os regimes não caem de maduro, eles são derrubados por violentas revoluções!

Por isso denunciamos que a tentativa de intimidar a ativista Sininho é a tentativa de criminalizar todos àqueles que defendem o direito do povo de reagir às violências que são usadas contra ele diariamente e isso nós não podemos aceitar!

À companheira, toda nossa solidariedade!

Aos companheiros e companheiras caídas nas lutas, nossa obstinação em não sair das ruas! Em não recuar em momentos como estes e, principalmente em NUNCA trair!

Ao sangue do povo derramado por toda a nossa história pelo Estado sem a menor parcimônia, nossa firmeza, determinação e fibra revolucionárias!

 

ABAIXO O TERRORISMO DE ESTADO!

ABAIXO OS MONOPÓLIOS DAS COMUNICAÇÕES!

VIVA A REVOLUÇÃO DE NOVA DEMOCRACIA!

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