Por escolas e universidades que estejam à serviço das necessidades e interesses do povo!

À pedido de uma estudante da UFRRJ estamos divulgando o escracho feito pelos alunos desta instituição contra o professor Ghiraldelli que mantém práticas machistas dentro da universidade.

Nós do Movimento Feminino Popular saudamos a iniciativa dos estudantes da UFRRJ em condenar, denunciar e combater tais práticas. Repudiamos a atitude do professor Ghiraldelli e de todos os intelectuais que infestam nossas universidades tentando reproduzir as mais nefastas ideologias, seja através do tratamento como objeto sexual e demais formas de tentar inferiorizar as jovens estudantes, seja aqueles que são lacaios do oportunismo eleitoreiro e dos governos de plantão, seja aqueles que propagandeiam abertamente o fascismo, defendendo o regime militar, o nazismo e o sionismo.

Por escolas e universidades que estejam à serviço das necessidades e interesses do povo!

Texto produzido pelos estudantes:

“Estamos aqui, dia 18 e novembro de 2013, abertura da I Semana Acadêmica de Filosofia, aproveitando a oportunidade para expor a indignação de muitos estudantes e convidar aqueles que tenham sofrido abusos de poder, insultos, humilhações e perseguições por parte do professor Paulo Ghiraldelli, para juntarem a nós. Vocês não estão sozinhos!

Como se sabe, a estrutura conservadora e o corporativismo dos representantes docentes nas instâncias decisórias protegem professores conhecidos pelas práticas preconceituosas e autoritárias, que não chegam sequer a serem advertidos de maneira formal. Cansados de sermos neutralizados pela institucionalidade, vimos essa como a melhor maneira de expor nossa insatisfação e exigir um posicionamento por parte do Instituto de Educação e da Administração Superior da Universidade Rural.
Exigimos um basta aos insultos proferidos, à intolerância religiosa, ao racismo, ao machismo e ao desrespeito às minorias, frequentemente reforçados pelo professor Paulo Ghiraldelli.

Os professores possuem a autoridade científica e a legitimidade perante os estudantes. Diante dos casos constantes de racismo, homofobia e objetificação da mulher dentro do campus, acreditamos que o papel dos educadores deve ser estimular o debate crítico sobre a realidade e os problemas do campus, como forma de trabalhar os princípios do pluralismo e da diversidade entre o corpo estudantil – princípios básicos para o convívio democrático nesse novo momento da universidade brasileira.
Denunciarmos as práticas e insultos proferidos pelo professor Ghiraldelli é uma forma de lutarmos pela universidade crítica e transformadora, que não reproduza e naturalize os preconceitos e opressões de nossa sociedade.

Diante dos processos administrativos ignorados pelas instâncias superiores, exigimos a imediata apuração dos casos denunciados e a suspensão do professor até serem solucionados.”

Link do vídeo com o escracho:

https://www.youtube.com/watch?v=xwp7IoRMjt8

Um dos textos feitos pelo professor Ghiraldelli: “Diante da mulher nua, pergunto se é friboi

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2013-09-18/diante-da-mulher-nua-pergunto-se-e-friboi.html

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